O escritório Ferreira Cruz Advogados, especializado em Direito da Saúde, foi consultado pelo portal Rota Jurídica para esclarecer a situação dos pacientes que faziam uso do chip da beleza após sua proibição e os direitos legais aplicáveis. A proibição do chip da beleza colocou em pauta os limites entre liberdade de escolha estética e segurança sanitária, deixando milhares de pacientes em dúvida sobre como manejar a situação.
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Por Que o Produto Foi Retirado do Mercado
Implantes hormonais comercializados como 'chips da beleza' foram associados a riscos significativos: virilização, alterações metabólicas, eventos cardiovasculares e potencial associação com tumores hormônio-dependentes.
Pacientes que já utilizavam o chip ficaram diante de questões práticas: continuar com o produto pode trazer riscos; retirá-lo exige procedimento que muitas vezes não está coberto pelos planos.
O Que Fazer se Você Usou o Chip da Beleza
Conforme observa o advogado Thayan Fernando Ferreira Cruz, diretor do Ferreira Cruz Advogados, a base legal para responsabilização envolve o CDC (responsabilidade objetiva do prestador de serviços), o Código Civil (responsabilidade subjetiva do médico) e o Código de Ética Médica.
“O cenário pós-proibição abre uma janela jurídica importante: quem se submeteu ao procedimento e teve complicações tem caminho claro para responsabilização — clínica, médico e até fornecedor do produto”, comenta o especialista.
É importante saber que a prescrição da pretensão indenizatória, em regra, é de 3 anos a partir do conhecimento do dano. Por isso, pacientes que tiveram complicações devem buscar orientação jurídica o quanto antes.
Como o Ferreira Cruz Advogados Pode Ajudar
Caso você precise da retirada do implante e o seu plano de saúde esteja recusando cobertura, o Ferreira Cruz Advogados está à disposição para oferecer assessoria jurídica especializada. Nossa equipe atua na defesa dos direitos dos pacientes, buscando garantir a devida reparação e o cumprimento da legislação aplicável.
Entre em contato conosco para agendar uma consulta e esclarecer suas dúvidas sobre a situação dos pacientes que utilizavam chip da beleza após sua proibição e como podemos ajudá-lo a assegurar justiça.